Dizem que os poetas costumam morrer de amor todas as manhãs, renascem à tarde, e apaixonam-se novamente sob a luz da lua.
Que poetas possuem a noite, sugam-na e ao seu fim morrem sedentos por desejá-la ainda mais.
Vivem para novamente tê-la, morrem por não suportar perdê-la e ainda assim, ela se vai. Morrer é o seu preço áqueles cujo apreço não pôde comedir.
E nem pudera.
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