Era incrível como agora as coisas podiam fazer algum sentido. Meses atrás não dera importância as páginas daquele livro. Não ouvira a música antes de enviar. Hoje tudo podia fazer completo e perfeito sentido. E era perfeito. E era um inferno. De fato, as coisas levavam-na a acreditar nisso. Talvez tudo estivesse a caminhar, talvez ela estivesse louca.
As coisas aconteciam e nada acontecia. Ainda assim, passavam por ela e, sem poder acreditar, acreditava no que via. Talvez não visse nada, talvez fosse tudo o que precisava para seguir em frente. Ela nunca saberia.
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